terça-feira, 9 de julho de 2019

Koh Lipe


No primeiro dia em Koh Lipe, optamos por ter um dia de praia e piscina. Almoçamos no hotel, o Zé fez a sua sesta à beira da piscina, e ao fim do dia apanhamos o táxi (na ilha só há motos com uma espécie de atrelado onde os passageiros se sentam, permitindo levar até 4 pessoas), e fomos ver o pôr-do-sol à Sunset Beach, que ficava do lado oposto da ilha. Depois jantamos pelo centro um bom peixinho grelhado, ficando a refeição para nós os 5 a cerca de 2000 bhat (57 euros).

Ao pequeno-almoço...

 Sunset Beach

Sunset Beach

 No dia seguinte, fizemos um tour pelas ilhas à volta, com snorkeling incluído, em barco privado, reservado no hotel. O barco ficou 1700 bhat (49 euros) com almoço (200 bhat por pessoa, ou seja, quase 6 euros por pessoa). Sendo que tivemos o barco por nossa conta das 9:30 até às 16:30. No dia anterior tínhamos visto as ofertas existentes nas lojas que vendem os bilhetes para o snorkeling nas outras ilhas e não compensava de todo. Num total, os 4 iriamos pagar 2400 bhat para ir num barco com outras pessoas. Por mais 100 bhat, tivemos um barco só para nós. Almoçamos numa praia deserta, O Zé fez a sua sesta depois de almoço à sombra das palmeiras e eu aproveitei para fazer snorkeling. 

 Ao almoço, no dia do passeio pelas ilhas.
No barco

Infelizmente a Tailândia não é o melhor spot para esta actividade. No entanto, durante o passeio, paramos em alto mar, num local assinalado, onde podíamos ver ainda corais bem bonitos e de diversas cores. Estes ainda não estavam muito desgastados porque, uma vez que estão em alto mar, é mais difícil chegar até eles. Porque infelizmente, os corais mais perto da costa, esses já quase que não existem. A poluição está muito presente. Havia garrafões de lixivia a boiar no mar. Ainda apanhamos um e umas quantas garrafas de plástico, mas é triste ver estes paraísos na terra a serem destruídos por nós... Um alerta, se forem fazer snorkeling nesta região e pararem no alto mar, para ver estes corais, tenham muito cuidado, porque a corrente é muito forte. O melhor mesmo é ir sempre agarrado às cordas que estão a delimitar a zona. 





Uma vez, chegados ao hotel, foi hora de aproveitar a Happy Hour junto a piscina do hotel. Nessa noite voltamos a jantar no centro, e tanto nesta noite como na anterior, não podia ter faltado a massagem tailandesa. Uma massagem de 1 hora para pés, perna e ombros ficava cerca de 300 bhat (nem 9 euros). 



 Na praia do hotel.

O Zé adormeceu ao meu lado, enquanto eu recebia uma massagem!

No dia seguinte, e último dia, apanhamos o barco às 10:30 novamente para Langkawi e dai avião para Kuala Lumpur. Dormimos num hotel perto do aeroporto e no dia seguinte tivemos o voo de regresso, via Dubai. 
Foi uma viagem bastante enriquecedora, visto termos estado em contacto com 3 culturas diferentes, os últimos dias em Koh Lipe foram para descansar, e foi uma viagem que nos permitiu perceber que temos uma criança que gosta tanto disto como os seus pais. Surpreendeu-nos imenso e pela positiva. É verdade que tínhamos receio, não só pela longa viagem de avião, mas também pelas comidas e por ser um ambiente totalmente diferente. Mas estamos sem dúvida prontíssimos para continuar. A próxima viagem de que vos vou falar, será também um destino de praia, mas do lado oposto à Ásia. Até lá boas viagens!

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Langkawi e Koh Lipe


No dia seguinte apanhamos voo para Kuala Lumpur e daqui para Langkawi. 
Langkawi é uma ilha da Malásia que fica a pouco mais de uma hora de avião de Kuala Lumpur. 

Zé pronto a partir em direção à praia

Uma vez chegados à ilha, apanhamos o grab para o hotel onde aproveitamos para descansar, dar um mergulho na piscina e ver o pôr-do-sol. Optamos por jantar no hotel, e no dia seguinte, depois do pequeno-almoço, fomos visitar o famoso cable car de Langkawi. A verdade é que não estávamos a contar ter tempo para esta visita, mas como só tínhamos o barco para Koh Lipe à hora de almoço, achamos que valia a pena tentar.


A vila onde se encontra o cable car fica em Kedah.




 Paisagens vistas do cable car.
  
Ao chegarmos ao cable car, claro está, havia uma fila relativamente grande, o que não nos agradava minimamente, visto termos o tempo contado, mas fomos mesmo assim pedir informações e optamos por um bilhete que não precisamos de estar à espera nas filas para entrar. São uns bilhetes VIP, pagamos cerca de 21 euros por pessoa (o Zé não pagou) e entramos logo numa gondola de vidro. Não saímos nas supostas paragens, por não termos tempo, de modo que fizemos a viagem seguida, mas ainda assim deu para ver que vale bem a pena a visita. Por isso, se forem a Langkawi, não deixem de visitar o cable car, mas com tempo. Um bilhete normal ronda os 6 euros, por isso não é caro. De salientar que nesta ilha há isenção de impostos, por isso os preços são mais baixos que no resto da Malásia.



 Dentro da gondola de vidro.

Após a visita, regressamos ao hotel e depois para o porto para apanhar o barco em direção à Tailândia. Petiscamos numa área de serviço do porto, e a viagem de barco levou pouco mais de uma hora. Uma vez chegados a Koh Lipe fizemos uma “mudança” de barco. Como o nosso barco era demasiado grande para ir até ao porto de Koh Lipe (que nem podemos chamar de porto, porque são umas espécies de garrafões a fazer de pontão), os típicos barcos tailandeses vêm buscar os turistas e as malas. O zé portou se sempre muito bem e esteve sempre muito curioso com todas estas mudanças. Os tailandeses também sempre muitos prestáveis a ajudar. 

Zé e a sua sandes, antes de entrar no barco em direção a Koh Lipe.

Chegamos a Koh Lipe perto das 15 horas (é menos uma hora em relação à Malásia), e antes de irmos para o hotel tivemos de esperar no “porto” para os passaportes serem carimbados e pagar uma taxa de 250 baths por pessoa, que são quase 7 euros por estarmos a entrar num parque nacional. Posteriormente a isto, é-nos dado um papelinho que devemos guardar, porque será pedido se formos visitar outras ilhas que pertencem ao parque nacional. Durante a espera, se a sede apertar, podemos sempre ir beber uma bebida nos bares que se encontram mesmo ali ao lado! 

Koh Lipe - praia do Akira Lipe Resort


Posto isto, fomos para o hotel, a pé pela areia, visto que ficava mesmo ali ao lado. Ficamos no Akira Lipe Resort. Tem várias piscinas, sendo que uma delas fica mesmo em frente à praia. O staff era 5 estrelas, muito atenciosos e simpáticos, sobretudo com as crianças. O Zé delirava com eles e já andava de colo em colo sem estranhar.  Tem também uma zona dedicada as crianças, onde podem brincar à vontade. Confesso que apenas sei que existia, não cheguei a levar o Zé lá... Ele também é daqueles que prefere estar na água!


Duas das piscinas do Hotel.

Neste primeiro dia em Koh Lipe, depois de malas deixadas no quarto foi hora de dar um mergulho na piscina e claro naquele mar quentinho e de água clara. Para mim e para o meu marido foi a segunda vez em terra tailandesa, mas se há sitio onde não me importava de voltar era lá. Jantamos pelo hotel, e depois aproveitamos para descansar, para descobrir a ilha no dia seguinte, com baterias carregadas.


Pôr-do-sol


segunda-feira, 8 de abril de 2019

Ho Chi Minh


O nosso ultimo dia foi marcado pela passagem de um tufão de grau 9! Tivemos um dia de muita chuva, mas mesmo assim aproveitamos para visitar o bairro chinês e os seus pagodes.
E o que são pagodes? Pagodes são os templos chineses. Neles podemos ver as oferendas das famílias aos deuses e os seus diversos altares.
Visitamos ao todo 5 templos, todos eles diferentes, uns mais ornamentados que outros, mas todos com as mesmas características.


Pagodes

Apesar da chuva, o Zé adormeceu embalado pelo carrinho e pelo cair da chuva. Algo que todos os pais não se podem esquecer: capa da chuva para o carrinho. Mesmo viajando para países, supostamente quentes, há sempre o risco de chuvas que não estavam nos planos. Por acaso, estive quase para não levar a capa da chuva para o carrinho, mas ainda bem que levei. Neste dia foi a salvação para o Zé! Já para nós, a solução foi mesmo comprar uma capa de chuva numa barraquinha à beira da estrada, e sem direito a regatear preço! Eles sabem que precisamos mesmo dela, logo não baixam o preço. Outra sugestão: em dias de chuva andem de chinelos ou sandálias! 


A hora da sesta

Depois da visita aos pagodes fomos almoçar ao restaurante The Deck. Deixo algumas fotos do que pedimos, porque penso que dá para perceber que para além de óptimo aspecto, o sabor estava divinal! 

 Entradas

Hambúrguer de Atum 

Semi-frio de maracujá  

Salada de fruta 

Marquise de Chocolate

Depois do almoço, uma vez que a chuva continuava a cair e não mostrava querer dar tréguas, optamos por regressar a casa, fazendo uma paragem antes num hiper-mercado para comprar café vietnamita, chás, pau de canela "gigante" e fraldas e leite! Relativamente ao tema "alimentação e produtos" para um bebé em países que não o nosso, posso dizer para não se preocuparem. Claro que se viajarem para um país onde a probabilidade de encontrarem um supermercado é reduzida, tipo uma aldeia no meio de África, ai sim aconselho a levarem na mala fraldas e alimentos para a criança. Como já tinha referido noutro post, na maioria das grandes cidades asiáticas encontram todos os indispensáveis para os bebés/crianças. 

Neste supermercado, para além das marcas de fraldas asiáticas, encontrei também pampers (conhecidas em Portugal por Dodot) e as huggies. Quanto ao leite... O Zé mamou até aos seus 14 meses, sendo que já tinha reduzido em muito as mamadas ali perto dos 12 meses. Foi um desmame natural. Depois de fazer um ano, já só mamava à noite, sendo que de manhã comecei a introduzir leite de vaca meio-gordo, o qual ele sempre bebeu sem problemas. Há diversas teorias, eu optei pelo leite de vaca ao leite de crescimento, devido a este último estar carregado de açucares. Ok, é rico em vitaminas e outras coisas, mas não o escolhi por essa simples razão. Poderia ter dado o leite adaptado em pó, mas não achei que fosse necessário. O Zé sempre foi um bebé que sempre comeu muito bem, desde legumes, fruta, carne, peixe, ovos, hidratos. Se, secalhar tivesse um bebé que não se alimentasse tão bem, ai sim, acho que teria optado por outro leite, assim fiquei pelo leite normal de vaca. Isto tudo, porque sei que há mães que têm a duvida de que leite levar em viagem. Eu optei pelas embalagens de 250ml para o avião e depois uma vez chegada ao hotel, como sempre escolhemos hotel/casa com cozinha, comprava garrafas maiores. No entanto, nesta ida ao supermercado, optei pelo leite adaptado em pó, pois era a melhor opção para o nosso próximo destino. Saber que tinha frigorifico no quarto, sabia. Só
 não sabia como seriam os supermercados numa pequana ilha da Tailândia  E com isto, já
 sabem qual é o próximo destino!  


sexta-feira, 5 de abril de 2019

Ho Chi Minh


No nosso terceiro e quarto dia aproveitamos para passear e conhecer a pé a cidade! Visitamos o posto dos correios, que fica junto da catedral e tal como esta, foi construído pelos franceses. É um edifício que merece ser visitado, devido à sua bela arquitetura e que se encontra bem conservado. 


Entrada do posto dos correios

Passeamos também junto da câmara municipal de Ho Chi Minh, também esta com uma arquitetura que vale a pena observar. Em volta, há uma imensidão de lojas de marcas de renome, para quem quiser fazer umas compras! E não muito longe esta também o saigon center, um enorme centro comercial, para quem quiser fazer compras longe do calor que se faz sentir nas ruas.



Câmara Municipal


Foi neste centro comercial, que compramos um peixinho para o jantar, por apenas 2 euros (600 gramas)!!!
Não muito longe, há diversos mercados e lojinhas típicas, para quem quiser fazer umas compras mais tradicionais. No entanto, nunca esquecer de regatear. Acho que mesmo que não o façam, os vietnamitas começam por faze-lo!

Num dos dias, fomos lanchar ao café Majestic, que tem uma linda vista sobre o rio Saigon e  onde vale bem a pena ver o pôr-do-sol.



Vista do Rio Saigon no café Majestic ao pôr-do-sol

A Bitexco Tower deixamos para visitar ao fim do dia. Esta é a torre mais alta da cidade, logo tem uma incrível vista sobre a mesma. No topo existe um restaurante e um bar. Nesta torre para além de se poder observar a cidade do topo, podemos também ficar a par da historia da construção que envolveu a torre.


Bitexco Tower 


Uma vez em Ho Chi Minh, podem aproveitar para apanhar um voo e visitar outras cidades do Vietname. Uma que vale bem a pena é Hoi An e fica a pouco mais de 1h de voo. Também existe a opção de visitar o Delta do Mekong. Existem diversas excursões de 1 dia para visitar o Delta. Embora estivesse nos nossos planos, não nos foi possível realizar, porque não era permitida a presença de crianças com menos de 6 anos (salvo erro), devido ao passeio de barco, incluído no trajecto. Tivemos pena de não fazer este passeio, mas de acordo com os meus primos que o fizeram, bem como a visita a Hoi An, vale bem a pena. Por isso, se estiverem a viajar sem filhos ou com filhos  mais crescidos, não deixem de fazer esta excursão.


segunda-feira, 4 de março de 2019

Ho Chi Minh


No nosso segundo dia na cidade de Ho Chi Minh visitamos em primeiro lugar o Palácio da Reunificação. Este palácio encontra-se no centro da cidade, distrito 1, muitos perto de outras atracções, como a Catedral e o Posto dos Correios, por exemplo. Construido pelos colonos franceses em 1868 só foi terminado em 1873. Em 1975, deu-se a queda de Saigon, o vietname do sul, que se rendeu ao vietname do norte. Ao entrar no palácio, depois de atravessar os seus grandes portões, deparamo-nos com um enorme jardim e uma fonte ao meio. Este palácio é acessível a carrinhos de bebé, excepto a visita ao sub-solo e ao terraço.

Jardim do Palácio 

Este palácio esteve ocupado pelo governador francês ate ao ano de 1954, tendo sido destruído no mesmo ano, quando dois pilotos bombardearam o mesmo na tentativa de matar o presidente Ngo Dinh Diem. 

Foto de onde caíram as bombas, a vermelho

Ao longo de toda a visita, podemos observar as luxuosas salas que compõem o palácio e ficar a par de toda a história que envolve o povo vietnamita.

De seguida, fomos visitar o Museu da Guerra, que fica a cerca de 10 minutos a pé do Palácio.

Este museu conta-nos a história da guerra do vietname. De realçar que a história reproduzida no museu é a versão vietnamita. Para quem está a par da história no geral, é interessante ver a descrepância entre os relatos vietnamitas e os americanos, mas não deixa de ser uma história impressionante, com fotos, relatos e numéros chocantes.
Para quem gostar de história e fotografia, é sem duvida um local a visitar.


Imagem que correu o mundo e que podemos encontrar no Museu da Guerra

Almoçamos no restaurante L'Usine na Rua Dong Khoi. Este restaurante não é fácil de encontrar, e ainda bem que tenho um primo a viver  para nos mostrar este local tão agradável. A comida é muito boa, bem como as bebidas. Para chegar , se levarem carrinho de bebé, aconselho a fecha-lo antes de subir as escadas de acesso. Este restaurante, além de um ambiente descontraído e acolhedor, tem também uma loja dentro do restaurante com vários artigos de roupa e acessórios para homem e mulher, bem como alguns artigos de decoração. Para os amantes de fotografia e que conhecem o trabalho do famoso fotografo Réhahn, podem ver uma das suas galerias com diversas fotos, mesmo ao lado do L’Usine. No que toca a alimentação para crianças, este restaurante oferece algumas opções, sendo uma delas o esparguete com almondegas, que estava bastante saboroso. Para sobremesa aconselho a sala de frutas frescas! 

Da parte da tarde vimos a catedral de Notre Dame, construída pelos colonos franceses em 1863 e a ópera, que só abre para espetáculos.

Catedral Notre Dame

Aproveitamos para visitar a loja de chocolates Marou, que é considerado um dos melhores chocolates do mundo. E também aqui, houve mão dos franceses! Aconselho a levar algumas tablets ou então a experimentarem algumas das delicias que podem encontrar no café que se encontra dentro da loja. 


Loja de Chocolates Marou


domingo, 10 de fevereiro de 2019


Ho Chi Minh 


Aterramos no Vietnam a meio da tarde, mas estivemos cerca de 1 hora à espera por causa do visto. É necessário um visto para entrar no Vietnam, e este deve ser pedido com antecedência. Para cidadãos franceses, ingleses e alemães, que fiquem menos de 15 dias no país não precisam de tirar o visto. De salientar também que se pagam 25 dólares americanos no momento de entrega do mesmo. Uma vez o visto dado, podemos dirigir-nos para a fila da emigração onde nos será então carimbado o passaporte.

E porquê o Vietnam? Ora bem, eu tenho um primo que está a trabalhar em Ho Chi Minh, de forma que a viagem já há muito que estava nos planos. De forma, que combinamos também com o seu irmão e a esposa para o irmos visitar. E assim um grupo de 3 passou a 6!

 Saigon River

Quando decidimos ir com o Zé, houve algumas questões que se puseram. Uma delas, que era válida para toda a Ásia, era se se deveria levar cadeirinha para o carro. Ora nós nunca alugamos carro, andamos sempre de transportes públicos, Grab ou taxi. E por isso optamos por não levar. 

Alguns taxis/Grab têm aquelas cadeirinhas elevatórias e apenas isso. Por isso, o Zé viajou sempre no meu colo e com o cinto posto. Confesso que não é de todo o melhor, ainda para mais sendo onde é. Já se sabe que a Ásia não é de todo conhecida pelo seu trânsito calmo! Mas achamos que uma cadeirinha só nos ia atrapalhar, porque é grande, pesada e mal jeitosa. 

Outra questão que nos posemos, foi o uso do carrinho em Ho Chi Minh. Já sabia, de informações dadas pelo meu primo, que os passeios na cidade além de estarem em muito mau estado, eram muitas vezes usadas pelas motas. E realmente é verdade. 


De maneira que no primeiro dia, após pousarmos as malas, apanhamos um taxi para o centro para irmos jantar. Jantamos no Vietnam House Restaurante e depois fomos passear um pouco pelo centro. Atendendo ao que me tinham dito, não levei o carrinho, e... arrependi-me. Levei o marsúpio a pensar que seria melhor, pois bem, não foi. Com a humidade eu transpirava o dobro e o Zé também. Além disto, como ele estava cansado, para dormir não era a melhor posição, e no final ganhei umas boas dores de costas! Eram sempre cerca de 11kg extra!

Ópera de Ho Chi Minh

Bitexco Financial Tower

Conclusão: uma vez chegados a casa, o marsúpio voltou para o fundo da mala. 

No próximo post, falarei sobre a visita ao Palácio da Independência e ao Museu da Guerra.