sexta-feira, 12 de abril de 2019

Langkawi e Koh Lipe


No dia seguinte apanhamos voo para Kuala Lumpur e daqui para Langkawi. 
Langkawi é uma ilha da Malásia que fica a pouco mais de uma hora de avião de Kuala Lumpur. 

Zé pronto a partir em direção à praia

Uma vez chegados à ilha, apanhamos o grab para o hotel onde aproveitamos para descansar, dar um mergulho na piscina e ver o pôr-do-sol. Optamos por jantar no hotel, e no dia seguinte, depois do pequeno-almoço, fomos visitar o famoso cable car de Langkawi. A verdade é que não estávamos a contar ter tempo para esta visita, mas como só tínhamos o barco para Koh Lipe à hora de almoço, achamos que valia a pena tentar.


A vila onde se encontra o cable car fica em Kedah.




 Paisagens vistas do cable car.
  
Ao chegarmos ao cable car, claro está, havia uma fila relativamente grande, o que não nos agradava minimamente, visto termos o tempo contado, mas fomos mesmo assim pedir informações e optamos por um bilhete que não precisamos de estar à espera nas filas para entrar. São uns bilhetes VIP, pagamos cerca de 21 euros por pessoa (o Zé não pagou) e entramos logo numa gondola de vidro. Não saímos nas supostas paragens, por não termos tempo, de modo que fizemos a viagem seguida, mas ainda assim deu para ver que vale bem a pena a visita. Por isso, se forem a Langkawi, não deixem de visitar o cable car, mas com tempo. Um bilhete normal ronda os 6 euros, por isso não é caro. De salientar que nesta ilha há isenção de impostos, por isso os preços são mais baixos que no resto da Malásia.



 Dentro da gondola de vidro.

Após a visita, regressamos ao hotel e depois para o porto para apanhar o barco em direção à Tailândia. Petiscamos numa área de serviço do porto, e a viagem de barco levou pouco mais de uma hora. Uma vez chegados a Koh Lipe fizemos uma “mudança” de barco. Como o nosso barco era demasiado grande para ir até ao porto de Koh Lipe (que nem podemos chamar de porto, porque são umas espécies de garrafões a fazer de pontão), os típicos barcos tailandeses vêm buscar os turistas e as malas. O zé portou se sempre muito bem e esteve sempre muito curioso com todas estas mudanças. Os tailandeses também sempre muitos prestáveis a ajudar. 

Zé e a sua sandes, antes de entrar no barco em direção a Koh Lipe.

Chegamos a Koh Lipe perto das 15 horas (é menos uma hora em relação à Malásia), e antes de irmos para o hotel tivemos de esperar no “porto” para os passaportes serem carimbados e pagar uma taxa de 250 baths por pessoa, que são quase 7 euros por estarmos a entrar num parque nacional. Posteriormente a isto, é-nos dado um papelinho que devemos guardar, porque será pedido se formos visitar outras ilhas que pertencem ao parque nacional. Durante a espera, se a sede apertar, podemos sempre ir beber uma bebida nos bares que se encontram mesmo ali ao lado! 

Koh Lipe - praia do Akira Lipe Resort


Posto isto, fomos para o hotel, a pé pela areia, visto que ficava mesmo ali ao lado. Ficamos no Akira Lipe Resort. Tem várias piscinas, sendo que uma delas fica mesmo em frente à praia. O staff era 5 estrelas, muito atenciosos e simpáticos, sobretudo com as crianças. O Zé delirava com eles e já andava de colo em colo sem estranhar.  Tem também uma zona dedicada as crianças, onde podem brincar à vontade. Confesso que apenas sei que existia, não cheguei a levar o Zé lá... Ele também é daqueles que prefere estar na água!


Duas das piscinas do Hotel.

Neste primeiro dia em Koh Lipe, depois de malas deixadas no quarto foi hora de dar um mergulho na piscina e claro naquele mar quentinho e de água clara. Para mim e para o meu marido foi a segunda vez em terra tailandesa, mas se há sitio onde não me importava de voltar era lá. Jantamos pelo hotel, e depois aproveitamos para descansar, para descobrir a ilha no dia seguinte, com baterias carregadas.


Pôr-do-sol


segunda-feira, 8 de abril de 2019

Ho Chi Minh


O nosso ultimo dia foi marcado pela passagem de um tufão de grau 9! Tivemos um dia de muita chuva, mas mesmo assim aproveitamos para visitar o bairro chinês e os seus pagodes.
E o que são pagodes? Pagodes são os templos chineses. Neles podemos ver as oferendas das famílias aos deuses e os seus diversos altares.
Visitamos ao todo 5 templos, todos eles diferentes, uns mais ornamentados que outros, mas todos com as mesmas características.


Pagodes

Apesar da chuva, o Zé adormeceu embalado pelo carrinho e pelo cair da chuva. Algo que todos os pais não se podem esquecer: capa da chuva para o carrinho. Mesmo viajando para países, supostamente quentes, há sempre o risco de chuvas que não estavam nos planos. Por acaso, estive quase para não levar a capa da chuva para o carrinho, mas ainda bem que levei. Neste dia foi a salvação para o Zé! Já para nós, a solução foi mesmo comprar uma capa de chuva numa barraquinha à beira da estrada, e sem direito a regatear preço! Eles sabem que precisamos mesmo dela, logo não baixam o preço. Outra sugestão: em dias de chuva andem de chinelos ou sandálias! 


A hora da sesta

Depois da visita aos pagodes fomos almoçar ao restaurante The Deck. Deixo algumas fotos do que pedimos, porque penso que dá para perceber que para além de óptimo aspecto, o sabor estava divinal! 

 Entradas

Hambúrguer de Atum 

Semi-frio de maracujá  

Salada de fruta 

Marquise de Chocolate

Depois do almoço, uma vez que a chuva continuava a cair e não mostrava querer dar tréguas, optamos por regressar a casa, fazendo uma paragem antes num hiper-mercado para comprar café vietnamita, chás, pau de canela "gigante" e fraldas e leite! Relativamente ao tema "alimentação e produtos" para um bebé em países que não o nosso, posso dizer para não se preocuparem. Claro que se viajarem para um país onde a probabilidade de encontrarem um supermercado é reduzida, tipo uma aldeia no meio de África, ai sim aconselho a levarem na mala fraldas e alimentos para a criança. Como já tinha referido noutro post, na maioria das grandes cidades asiáticas encontram todos os indispensáveis para os bebés/crianças. 

Neste supermercado, para além das marcas de fraldas asiáticas, encontrei também pampers (conhecidas em Portugal por Dodot) e as huggies. Quanto ao leite... O Zé mamou até aos seus 14 meses, sendo que já tinha reduzido em muito as mamadas ali perto dos 12 meses. Foi um desmame natural. Depois de fazer um ano, já só mamava à noite, sendo que de manhã comecei a introduzir leite de vaca meio-gordo, o qual ele sempre bebeu sem problemas. Há diversas teorias, eu optei pelo leite de vaca ao leite de crescimento, devido a este último estar carregado de açucares. Ok, é rico em vitaminas e outras coisas, mas não o escolhi por essa simples razão. Poderia ter dado o leite adaptado em pó, mas não achei que fosse necessário. O Zé sempre foi um bebé que sempre comeu muito bem, desde legumes, fruta, carne, peixe, ovos, hidratos. Se, secalhar tivesse um bebé que não se alimentasse tão bem, ai sim, acho que teria optado por outro leite, assim fiquei pelo leite normal de vaca. Isto tudo, porque sei que há mães que têm a duvida de que leite levar em viagem. Eu optei pelas embalagens de 250ml para o avião e depois uma vez chegada ao hotel, como sempre escolhemos hotel/casa com cozinha, comprava garrafas maiores. No entanto, nesta ida ao supermercado, optei pelo leite adaptado em pó, pois era a melhor opção para o nosso próximo destino. Saber que tinha frigorifico no quarto, sabia. Só
 não sabia como seriam os supermercados numa pequana ilha da Tailândia  E com isto, já
 sabem qual é o próximo destino!  


sexta-feira, 5 de abril de 2019

Ho Chi Minh


No nosso terceiro e quarto dia aproveitamos para passear e conhecer a pé a cidade! Visitamos o posto dos correios, que fica junto da catedral e tal como esta, foi construído pelos franceses. É um edifício que merece ser visitado, devido à sua bela arquitetura e que se encontra bem conservado. 


Entrada do posto dos correios

Passeamos também junto da câmara municipal de Ho Chi Minh, também esta com uma arquitetura que vale a pena observar. Em volta, há uma imensidão de lojas de marcas de renome, para quem quiser fazer umas compras! E não muito longe esta também o saigon center, um enorme centro comercial, para quem quiser fazer compras longe do calor que se faz sentir nas ruas.



Câmara Municipal


Foi neste centro comercial, que compramos um peixinho para o jantar, por apenas 2 euros (600 gramas)!!!
Não muito longe, há diversos mercados e lojinhas típicas, para quem quiser fazer umas compras mais tradicionais. No entanto, nunca esquecer de regatear. Acho que mesmo que não o façam, os vietnamitas começam por faze-lo!

Num dos dias, fomos lanchar ao café Majestic, que tem uma linda vista sobre o rio Saigon e  onde vale bem a pena ver o pôr-do-sol.



Vista do Rio Saigon no café Majestic ao pôr-do-sol

A Bitexco Tower deixamos para visitar ao fim do dia. Esta é a torre mais alta da cidade, logo tem uma incrível vista sobre a mesma. No topo existe um restaurante e um bar. Nesta torre para além de se poder observar a cidade do topo, podemos também ficar a par da historia da construção que envolveu a torre.


Bitexco Tower 


Uma vez em Ho Chi Minh, podem aproveitar para apanhar um voo e visitar outras cidades do Vietname. Uma que vale bem a pena é Hoi An e fica a pouco mais de 1h de voo. Também existe a opção de visitar o Delta do Mekong. Existem diversas excursões de 1 dia para visitar o Delta. Embora estivesse nos nossos planos, não nos foi possível realizar, porque não era permitida a presença de crianças com menos de 6 anos (salvo erro), devido ao passeio de barco, incluído no trajecto. Tivemos pena de não fazer este passeio, mas de acordo com os meus primos que o fizeram, bem como a visita a Hoi An, vale bem a pena. Por isso, se estiverem a viajar sem filhos ou com filhos  mais crescidos, não deixem de fazer esta excursão.